Com debates sobre transformação organizacional, remuneração e inteligência artificial, a 3ª edição do SOMA reuniu lideranças de empresas como Google, IBM, XP, Britânia, McCain Foods e Olist para falar do futuro de Total Rewards no Brasil.
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Com mais de 30 anos de carreira, líder do RH na farmacêutica aposta no papel da liderança e das conexões humanas para promover mudanças significativas de cultura.
Responsável por mais de 23 mil colaboradores em todo o Brasil, diretor de RH destaca importância dos ‘porquês’ no dia a dia das organizações e defende que a área deve ter habilidade de gestão de projetos.
Com mais de 20 anos de carreira, a diretora de RH para a América Latina aposta na qualidade das relações como diferencial em um ambiente de mudanças constantes.
Formada em Psicologia, paulistana encontrou na empresa gaúcha uma cultura para chamar de sua; entusiasta da inteligência artificial, executiva defende tecnologia para produtividade, mas vê caráter humano do RH como algo inegociável.
Com programa robusto de incentivo ao intraempreendedorismo e reconhecimento de projetos desenvolvidos por colaboradores, empresa passou a adotar a inovação como parte de sua cultura.
Com quase três décadas de experiência, executivo aposta no equilíbrio para lidar com questões complexas como cultura, uso de dados, IA e personalização.
Evento promovido por Caju e Fundação Dom Cabral em São Paulo reuniu executivos de RH para debater o uso real da IA no dia a dia e os caminhos para sua implementação nas empresas.
Com 25 anos de carreira na área, diretora de gente e gestão destaca importância da eficiência operacional; com passagens por diferentes indústrias (e pelas quadras de voleibol), executiva ressalta desafios de equilibrar resultados e bem-estar na era da IA.
Responsável por cuidar das pessoas que fazem uma das marcas mais conhecidas do Brasil, diretor está preocupado com a formação de quem vai comandar a transformação das empresas na era da IA.
A quem realmente interessa que continuemos enxergando a empresa como uma máquina? Precisamos rever as metáforas que condicionam a vida organizacional.
Referência nos estudos da felicidade, professor de Harvard e autor de best-sellers resume ações indispensáveis para empresas que queiram estruturar iniciativas bem-sucedidas de saúde mental – e dá conselhos para colaboradores que buscam satisfação no trabalho
Entre o tédio e o esgotamento, há um tipo de desgaste que cresce em silêncio — e que o RH precisa aprender a reconhecer
Formado em Ciências Sociais, executivo lidera mais de 600 pessoas na indústria farmacêutica; na sua visão, saúde mental é o maior desafio do RH hoje em dia
Entre janeiro e junho, mais de 267 mil brasileiros precisaram se afastar do trabalho por transtornos mentais. O tema ganha ainda mais urgência após o Setembro Amarelo e exige que os líderes de RH olhem para os dados com atenção ao longo de todo o ano.
Da prevenção ao acompanhamento contínuo, farmacêutica combina atendimento multidisciplinar, dados e liderança humanizada para prevenir o adoecimento emocional
Em tempos de bets e alto endividamento, cada vez mais organizações apostam em iniciativas como programas de educação financeira, campanhas de conscientização e produtos financeiros proprietários para engajar suas pessoas e contribuir para os níveis de felicidade e produtividade
Em entrevista à Cajuína, os autores explicam os conceitos centrais de seu livro e como o microestresse pode ser combatido para uma vida mais equilibrada e produtiva
Descubra tudo o que o RH precisa saber para se adaptar à atualização da NR-1, que entra em vigor em maio de 2025
Em meio ao cenário de aumento nos pedidos de afastamento dos trabalhadores brasileiros por transtornos de saúde mental, o Burnon surge como uma nova síndrome, bastante semelhante ao já conhecido Burnout.
Explosão do mercado de apostas no Brasil pode trazer problemas de endividamento, presenteísmo e burnout para os colaboradores; RH pode e deve atuar junto ao tema