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Com 70 anos de história, companhia de refeições coletivas encontrou no pertencimento e no desenvolvimento profissional uma fórmula para atrair e reter trabalhadores mais experientes
A nova seção de Cajuína acompanha as principais mudanças nas lideranças de Pessoas do País; na estreia, novo comando na Heineken e um retorno na fintech EBANX
Pesquisa do MIT Technology Review Brasil não deixa dúvidas que inteligência artificial será importante no mundo do trabalho, mas adoção real será cheia de obstáculos
Gigante do alumínio criou programa para afastar estigma em torno da periculosidade da área; batizada de Recomeçar, iniciativa mobiliza múltiplas áreas e inclui treinamentos virtuais, uso de IA e ações de inclusão
Executivo fala sobre as estratégias da biofarmacêutica, que incluem metas de representatividade, inteligência artificial, desenvolvimento de talentos e cultura organizacional com intencionalidade
CHRO da companhia, Erika Magalhães explica de que forma um programa de ideias engajou mais de 1,3 mil colaboradores, implementou 58 sugestões e gerou cerca de R$ 1 milhão em economia
Em meio à transformação da Caloi, diretora sênior de recursos humanos defende que as capacidades humanas serão cada vez mais decisivas para o sucesso das organizações; com 25 anos de carreira, executiva mescla experiências em empresas como Pepsico e Avon com o saber da academia para fazer turnaround em fabricante de bicicletas
Em coluna para Cajuína, Raul Juste Lores conecta a ausência da decoração verde e amarela nas ruas brasileiras à fuga do espaço público e provoca: o gestor de RH precisa sair da bolha e conhecer a cidade que cerca a empresa antes da Copa do Mundo de 2030.
O que os RHs querem aprender em 2025: reflexões da Comunidade FDC
Nesta primeira coluna da Fundação Dom Cabral em 2025, o time propõe uma reflexão sobre o que o RH deseja aprender neste novo ano; O resultado dessa troca rica e colaborativa releva os principais desafios e ambições dos profissionais da área.
Convidado Fundação Dom Cabral
7 de janeiro de 2025
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*Por Pedro Vergueiro
O final do ano é sempre uma oportunidade para reflexões importantes, seja sobre o que conquistamos, os desafios que enfrentamos ou o que queremos construir no futuro. Nesse espírito, a Fundação Dom Cabral propôs à sua Comunidade de Profissionais de RH uma reflexão coletiva: o que queremos aprender em 2025?
O resultado dessa troca rica e colaborativa revelou os temas que mais ressoam com os desafios e ambições da área de Recursos Humanos para o próximo ano. Esses insights refletem não apenas as mudanças no ambiente de negócios, mas também a busca constante dos profissionais de RH por impacto estratégico e relevância nas organizações.
Os Temas que surgiram desta provocação foram os seguintes:
1. Tecnologias e Tendências:
Tema importante que remete às discussões aprofundadas sobre inovações tecnológicas e tendências com o intuito de antecipar as demandas do C-Level. Com o uso de tecnologias, o RH será mais ágil e conectado às transformações do ambiente de negócios.
2. Segurança Psicológica:
Conseguir promover ambientes que reforçam a confiança do colaborador e o seu bem-estar emocional, pois a segurança psicológica é essencial para equipes se desenvolverem de forma criativa e inovadora.
3. Experiência do Colaborador:
Tornar as práticas exitosas conhecidas na organização e criar jornadas do colaborador que gerem engajamento e fortaleçam o vínculo com a organização.
4. Gestão de Gerações:
Explorar estratégias para integrar diferentes gerações nas organizações, respeitando cada indivíduo e garantindo a inclusão e atuações colaborativas e produtivas.
5. Saúde Mental:
Este é um assunto muito importante. Buscar mecanismos que gerem políticas de saúde mental no trabalho e que atendam às novas regulamentações para que o colaborador possa se sentir seguro em um ambiente que se preocupa com o seu bem-estar.
6. Governança e Conselhos:
Importante que o profissional de RH esteja presente nos Conselhos de Administração. É preciso desenvolver este profissional para atuar em conselhos, com foco em governança e no papel estratégico da área nas decisões organizacionais.
8. Megatendências e Cenários:
Estar atento ao que se passa no mundo. O profissional de RH deve ter informações sobre os cenários nacionais e globais, para contribuir com a tomada de decisão organizacional.
9. Design Organizacional:
Este é um tema que muda constantemente, principalmente com o advento de novas funções e profissões. O profissional de RH deve estar preparado para estruturar organizações para serem mais inovadoras e ágeis.
10. Dinâmicas de Trabalho:
Outro tema de muito interesse. Os novos formatos de trabalho sempre estão na discussão das organizações. Modelos híbridos, jornadas diferenciadas (como 4×3) e outras formas de organizar o trabalho, atendendo às demandas de flexibilidade, produtividade e bem-estar dos colaboradores, além dos interesses da própria organização.
Concluímos que, o que os RHs desejam aprender em 2025, demonstra uma busca clara por uma atuação mais estratégica e conectada às transformações tecnológicas, organizacionais e sociais. Essas reflexões, coletadas junto à Comunidade de Profissionais de RH da FDC, são um sinal de que a área está comprometida em se reinventar para enfrentar desafios e aproveitar oportunidades.
Mais do que nunca, o aprendizado contínuo e a troca de experiências serão fundamentais para que o RH consolide seu papel como a área que se antecipa às mudanças e transforma desafios em oportunidades. Ao buscar temas que vão além dos tradicionais de sua função, os profissionais de RH reafirmam seu compromisso em atuar como parceiros estratégicos, preparados para impulsionar a inovação, a agilidade e o desenvolvimento sustentável em suas organizações.
Pedro Vergueiro* é Gerente de Educação Executiva da FDC, responsável por programas de Gestão Geral e Pessoas como o PGA – Programa de Gestão Avançada em colaboração com INSEAD, STC – Skills, Tools and Competencies em colaboração com Kellogg School of Management, Gestão Avançada de Pessoas e Organizações, além da Comunidade FDC Desenvolvimento Humano para Profissionais de RH. Anteriormente, desenvolveu programas e projetos de educação executiva da FDC em empresas como AbbVie, Ambev, Boehringer Ingelheim, Carrefour, EDP, Corteva e muitas outras. Sua formação acadêmica inclui um Executive MBA pela Fundação Dom Cabral, Pós-Graduação em Gestão Comercial pela Fundação Getúlio Vargas e o PDC – Programa de Desenvolvimento de Conselheiros pela Fundação Dom Cabral, além de diversos certificados pela Harvard Law School, KAOSPILOT, AfferoLab e 6Ds Company.