Com mais de 30 anos de experiência no RH, executiva se especializou em lidar com transições e mudanças, mas diz que ainda espera ver muita transformação na área.
Com mais de 30 anos de experiência no RH, executiva se especializou em lidar com transições e mudanças, mas diz que ainda espera ver muita transformação na área.
O professor Paulo Almeida, da FDC, declara que há um jogo cognitivo, estratégico e profundamente humano em curso nas organizações. A pergunta é: você está jogando ou está sendo jogado?
Com mais de 30 anos de carreira, líder do RH na farmacêutica aposta no papel da liderança e das conexões humanas para promover mudanças significativas de cultura.
Dados do 1º trimestre de 2026 trazem uma redução de 3.279 afastamentos comparado com o mesmo período do ano anterior. Será que os números apontam para uma nova tendência?
Responsável por mais de 23 mil colaboradores em todo o Brasil, diretor de RH destaca importância dos ‘porquês’ no dia a dia das organizações e defende que a área deve ter habilidade de gestão de projetos.
Com mais de 20 anos de carreira, a diretora de RH para a América Latina aposta na qualidade das relações como diferencial em um ambiente de mudanças constantes.
Nova lei demanda que empresas disseminem informações sobre prevenção do HPV e do câncer, além de liberar colaboradores para exames por até três dias ao ano.
Nesta nova coluna, Raul questiona a incoerência entre discurso e prática na diversidade e reforça: sem investimento real, diversidade não passa de intenção.
Formada em Psicologia, paulistana encontrou na empresa gaúcha uma cultura para chamar de sua; entusiasta da inteligência artificial, executiva defende tecnologia para produtividade, mas vê caráter humano do RH como algo inegociável.
Com programa robusto de incentivo ao intraempreendedorismo e reconhecimento de projetos desenvolvidos por colaboradores, empresa passou a adotar a inovação como parte de sua cultura.
Com quase três décadas de experiência, executivo aposta no equilíbrio para lidar com questões complexas como cultura, uso de dados, IA e personalização.
Evento promovido por Caju e Fundação Dom Cabral em São Paulo reuniu executivos de RH para debater o uso real da IA no dia a dia e os caminhos para sua implementação nas empresas.
Com 25 anos de carreira na área, diretora de gente e gestão destaca importância da eficiência operacional; com passagens por diferentes indústrias (e pelas quadras de voleibol), executiva ressalta desafios de equilibrar resultados e bem-estar na era da IA.
Pesquisa da Gallup mostra que relação dos colaboradores com trabalho caiu ao menor nível desde 2020, custando US$ 10 trilhões à economia global; Brasil tem 32% de colaboradores engajados, 12 pontos percentuais acima da média mundial.
Responsável por cuidar das pessoas que fazem uma das marcas mais conhecidas do Brasil, diretor está preocupado com a formação de quem vai comandar a transformação das empresas na era da IA.
A quem realmente interessa que continuemos enxergando a empresa como uma máquina? Precisamos rever as metáforas que condicionam a vida organizacional.
Com mais de 18 anos de carreira no RH, executiva fala sobre a combinação entre a teoria e a prática da sustentabilidade e disserta sobre o papel estratégico da diversidade como alavanca de negócios.
Na cadeira principal de RH da indústria de eletrodomésticos e eletrônicos, a executiva explica como traduzir a exigência do consumidor para o chão de fábrica e ressalta por que o respeito a uma cultura de 70 anos é inegociável.
Empresa estruturou metas de contratação, programas de liderança e políticas de retenção para transformar presença feminina em vantagem competitiva.
Vivemos uma febre latina que já contagiou diferentes gerações. Acho que essa febre veio pra ficar e não vai ser curada, não. Sua empresa já tem isso no radar?
Novo estudo analisa mais de 127 milhões de transações e mostra como benefícios, premiações e despesas estão redesenhando a estratégia de gestão de pessoas no Brasil.
Com mais de 20 anos de experiência no universo financeiro e de seguros, executiva lidera operação da seguradora há nove meses; em entrevista, ela fala sobre transformação cultural e a importância do papel do RH no negócio.
Diretora de RH e líder da área de ESG, Michelle defende a importância das conexões humanas e das comunidades como pilares para empresas mais humanas e capazes de enfrentar mudanças estruturais.
Programação curada reuniu lideranças de empresas como Colgate-Palmolive, LWSA e MSP Estúdios para discutir transformação da área, uso de tecnologia e evolução das estratégias de remuneração.