O design organizacional deixou de ser uma pauta de suporte para se tornar um pilar central na estratégia de negócio.
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Cada vez mais valorizadas em um mercado de trabalho que almeja por diversidade e inovação, essas habilidades, que incluem hobbies, interesses e experiências, podem trazer novas ideias e abordagens para os desafios do negócio.
Chamado de “funcionário bumerangue”, é aquele profissional que sai da empresa e depois retorna como um funcionário recontratado. Entenda melhor o termo e conheça os prós e contras para o RH.
Velhos conhecidos, programas de estágio e trainee devem ser remodelados; além disso, ações de capacitação contínua se tornam cada vez mais relevantes
Ocupando cada vez mais espaço no ambiente corporativo, jovens nascidos entre 1995 e 2010 rompem com os padrões estabelecidos pelas gerações anteriores, oferecem um novo olhar sobre a carreira e exigem transformações intensas na cultura organizacional
Saem de cena programas engessados e pensados de cima para baixo para a criação de um ambiente pautado nas necessidades e demandas do público interno – além do salário, iniciativas voltadas a propósito, flexibilidade e qualidade de vida ganham espaço
Popularizados pelo ramo de tecnologia, planos permitem que colaboradores se tornem donos de ‘pedacinhos’ das empresas e viram ferramentas importantes para o RH; no Brasil, porém, é importante se adequar à regulação por parte do Carf e considerar custos de programas
Currículo oculto é uma das iniciativas da empresa para ter times diversos; Executiva contou para Cajuína como a representatividade feminina saltou 5 pontos percentuais no último ano nas áreas de tech
Executivos das áreas de finanças, contabilidade e tecnologia destacam as melhores práticas para desenvolver times engajados e reduzir o turnover
Danilo Garbazza, gerente da Universidade Petrobras, conta como a estatal capacita mais de 38 mil funcionários
A gerente-geral de saúde e bem-estar da companhia conta como foi o processo para a implementação do +Cuidado, voltado para apoiar funcionários e seus dependentes em questões psicológicas, financeiras, jurídicas e sociais
Com quase três décadas de existência, empresa do ramo da segurança acaba de contratar diretora de felicidade; objetivo é colocar a saúde e o bem-estar dos milhares de colaboradores no centro da estratégia do negócio.
De um lado, a criação de um ambiente de segurança psicológica que encoraje o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal, respeito às diferenças, diálogo e ausência de medos; de outro, a atenção após um afastamento – e é aqui que muitas empresas ainda derrapam.