Com mais de 20 anos de experiência no universo financeiro e de seguros, executiva lidera operação da seguradora há nove meses; em entrevista, ela fala sobre transformação cultural e a importância do papel do RH no negócio.
A forma como as empresas investem em pessoas no Brasil está mudando. Então que tal acessar um benchmark que mostra isso com precisão? O Panorama do RH 2026, novo estudo da Caju com análise da Cajuína, revela como organizações estão estruturando, distribuindo e utilizando seus investimentos em benefícios, premiações e despesas corporativas.
A partir de uma base de mais de 59 mil empresas e 127 milhões de transações realizadas ao longo de 2025, o estudo oferece um retrato inédito do comportamento real do RH no país.
Mais do que um relatório de dados, o Panorama nasce como um comparativo estratégico para lideranças de RH, conectando comportamento de consumo, eficiência operacional e experiência do colaborador. Todas essas são dimensões que passam a definir o futuro da área.

Um dos primeiros sinais dessa transformação aparece na estrutura dos benefícios oferecidos pelas empresas.

Os dados mostram que o Auxílio Alimentação continua sendo o benefício mais presente, oferecido por 63% das empresas. Em seguida aparecem:
Assim as categorias como Saúde, Cultura e Educação ainda aparecem com menor presença, indicando que, apesar da diversificação, os benefícios continuam fortemente conectados às necessidades básicas.
O que muda, no entanto, não é apenas o que é oferecido, mas como esses benefícios estão sendo usados na prática.
Um dos dados mais reveladores do estudo está no tempo médio de consumo dos benefícios. Em média, os benefícios se esgotam entre 13 e 20 dias após o depósito, dependendo da categoria.

O padrão é claro:
Nas categorias de alimentação, que concentram 82% das transações, o saldo se esgota entre 15 e 17 dias. Mas, no caso da sua empresa, será que o valor disponibilizado acompanha o ritmo de consumo dos colaboradores ou também dura até metade do mês?
Para o RH, isso muda a leitura: não se trata apenas de oferecer benefícios, mas de entender se o valor acompanha o ritmo real de consumo.
Outro movimento relevante identificado no estudo é a digitalização do consumo. Ao longo de 2025, o uso do cartão virtual cresceu de 32,6% para 43,2% das transações mensais.

Mesmo com o cartão físico ainda predominando na média geral do ano (60,6%), a tendência é clara: os benefícios estão se integrando cada vez mais ao fluxo digital de consumo.
Isso significa que o benefício deixa de ser um “momento específico” e passa a ser parte do dia a dia em:
Essa mudança abre uma nova camada estratégica para o RH acompanhar o novo comportamento de consumo, principalmente das faixas etárias mais jovens que já utilizam mais o cartão virtual do que o cartão físico.
O Panorama do RH também revela uma mudança importante no uso de premiações. Hoje, 58% dos depósitos de premiação são destinados a reconhecimento por destaque individual.

Isso indica que o reconhecimento financeiro deixou de ser pontual e passou a funcionar como:
Na prática, as empresas estão transformando a premiação em estratégia ativa de gestão de pessoas.
Outro dado relevante aparece na gestão de despesas corporativas:

Esse número revela um ponto importante: eficiência operacional também gera capacidade de reinvestimento
Ou seja, a forma como as empresas gerenciam despesas impacta diretamente o quanto podem investir novamente em pessoas.
O estudo também mostra o crescimento consistente das soluções de bem-estar. Entre os colaboradores com acesso à solução:
Dessa forma, saúde mental e bem-estar deixaram de ser benefícios periféricos e passaram a fazer parte da infraestrutura organizacional.
A partir da análise consolidada, o Panorama do RH 2026 identifica tendências que devem guiar o RH nos próximos anos:
Mais do que tendências isoladas, esses movimentos indicam uma mudança maior: o RH deixa de ser operacional e passa a atuar como gestor de investimento em pessoas.
O Panorama do RH 2026 é o principal estudo do mercado e retrata como as empresas brasileiras estão investindo em benefícios e pessoas. Ele foi desenvolvido pela frente de inteligência e conteúdo da Caju, a Cajuína.
Conferir o material completo vai trazer vários outros recortes aprofundados, análises por setor e insights estratégicos para lideranças de RH.
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