Pesquisa da Gallup mostra que relação dos colaboradores com trabalho caiu ao menor nível desde 2020, custando US$ 10 trilhões à economia global; Brasil tem 32% de colaboradores engajados, 12 pontos percentuais acima da média mundial.
Com passagens por empresas como Shell, Santander e Zurich, executiva explica como o RH pode combinar tecnologia, estratégia e desenvolvimento humano para cuidar tanto da transformação cultural quanto do uso de agentes de IA
Com mais de 20 anos de carreira, a diretora de RH para a América Latina aposta na qualidade das relações como diferencial em um ambiente de mudanças constantes.
Formada em Psicologia, paulistana encontrou na empresa gaúcha uma cultura para chamar de sua; entusiasta da inteligência artificial, executiva defende tecnologia para produtividade, mas vê caráter humano do RH como algo inegociável.
Com quase três décadas de experiência, executivo aposta no equilíbrio para lidar com questões complexas como cultura, uso de dados, IA e personalização.