À frente de 12 mil colaboradores do Grupo Heineken, executiva fala sobre saúde mental, maternidade, inteligência artificial, diversidade e os desafios de liderar pessoas em um cenário de transformação acelerada do trabalho.
Nesta nova coluna, Raul questiona a incoerência entre discurso e prática na diversidade e reforça: sem investimento real, diversidade não passa de intenção.
Afinal, pequenas decisões corporativas fora dos muros da empresa podem transformar a cidade, o bem-estar coletivo e a forma como trabalhamos.
Não basta parecer sustentável. É preciso criar ambientes que respeitem tempo, corpo e cidade — valores que a nova geração já considera inegociáveis
Enquanto Singapura investe em requalificar seus profissionais mais velhos, o Brasil ainda precisa decidir o que fazer com seu envelhecimento acelerado