Em evento em São Paulo, lideranças de Pessoas compartilharam experiências com inteligência artificial e defenderam que a transformação vai além da automação: envolve repensar processos, métricas e até o papel dos profissionais de RH
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Com mais de três décadas de experiência no RH, executivo acredita no papel das organizações para transformar a sociedade; na visão dele, popularização da IA vai tornar o contato humano mais legítimo, mas também mais caro e raro.
Nesta nova coluna, Raul questiona a incoerência entre discurso e prática na diversidade e reforça: sem investimento real, diversidade não passa de intenção.
Estudos recentes do LinkedIn mostram que mulheres entram no mercado de trabalho em condições mais próximas às dos homens, mas as diferenças nas promoções e na remuneração tendem a se ampliar ao longo do tempo, inclusive no Brasil.
Empresa cria programas voltados para mentoria e empregabilidade de pessoas trans, sem deixar de lado a interseccionalidade; para diretor de DEI, ter transsexuais em cargos de liderança é meta relevante
Líder global de diversidade, equidade e inclusão da Heineken, executiva destaca importância da área em meio a ano difícil; também VP de Pessoas da empresa no Brasil, ela reforça o peso do aspecto humano em meio à revolução da IA e pressão por resultados
Focada em cursos de educação à distância, dona da Uniasselvi e UniCesumar também elevou taxas nas posições acadêmicas de professores e tutores; processo seletivo específico é um dos trunfos da empresa
Há quase 25 anos dentro da multinacional de bens de consumo, executivo defende competências sociais, inclusão e experimentação como caminhos para o futuro do RH, sem esquecer do dia a dia
Vice-presidente de Pessoas, Cultura e Organização da operadora, executiva italiana fala sobre coerência, bem-estar e o papel da liderança na era da inteligência artificial; empresa tem, desde 2019, uma das políticas de diversidade mais sólidas do Brasil
Formado em Ciências Sociais, executivo lidera mais de 600 pessoas na indústria farmacêutica; na sua visão, saúde mental é o maior desafio do RH hoje em dia
Em meio a turbulência política, executiva defende que é hora de acelerar em pautas como inclusão e preservação ambiental; em junho, empresa assumiu metas para contratação de mulheres e pessoas pretas e pardas, além de investimentos na área social
Pioneiro nos estudos que relacionam bem-estar de colaboradores ao desempenho financeiro de empresas, professor de Oxford acredita que a felicidade corporativa deve casar busca pelo bem-estar individual com políticas bem estruturadas
Os números de afastamentos crescem pelo 5º ano seguido, custam mais de R$ 3,5 bilhões ao INSS e escancaram crise estrutural no país.
Saber como criar times que se sentem seguros para opinar, errar e colaborar – mesmo em tempos difíceis – virou pauta urgente para quem trabalha com gente
No 3º trimestre de 2025 foram 135 mil novos casos de afastamentos por transtornos mentais. Mesmo com oscilações entre os meses, a média mensal segue acima da registrada em 2024, indicando crescimento pelo quinto ano consecutivo.
Estudioso da pauta de felicidade corporativa há mais de uma década, pesquisador e professor da Fundação Dom Cabral acaba de lançar livro sobre o tema; para o consultor, felicidade é tarefa da liderança (e vai muito além de programas individuais de bem-estar)
Referência nos estudos da felicidade, professor de Harvard e autor de best-sellers resume ações indispensáveis para empresas que queiram estruturar iniciativas bem-sucedidas de saúde mental – e dá conselhos para colaboradores que buscam satisfação no trabalho
Entre o tédio e o esgotamento, há um tipo de desgaste que cresce em silêncio — e que o RH precisa aprender a reconhecer
Formado em Ciências Sociais, executivo lidera mais de 600 pessoas na indústria farmacêutica; na sua visão, saúde mental é o maior desafio do RH hoje em dia
Entre janeiro e junho, mais de 267 mil brasileiros precisaram se afastar do trabalho por transtornos mentais. O tema ganha ainda mais urgência após o Setembro Amarelo e exige que os líderes de RH olhem para os dados com atenção ao longo de todo o ano.
Da prevenção ao acompanhamento contínuo, farmacêutica combina atendimento multidisciplinar, dados e liderança humanizada para prevenir o adoecimento emocional