Em evento em São Paulo, lideranças de Pessoas compartilharam experiências com inteligência artificial e defenderam que a transformação vai além da automação: envolve repensar processos, métricas e até o papel dos profissionais de RH
Coleção de 0 histórias
Pioneiro nos estudos que relacionam bem-estar de colaboradores ao desempenho financeiro de empresas, professor de Oxford acredita que a felicidade corporativa deve casar busca pelo bem-estar individual com políticas bem estruturadas
Os números de afastamentos crescem pelo 5º ano seguido, custam mais de R$ 3,5 bilhões ao INSS e escancaram crise estrutural no país.
Saber como criar times que se sentem seguros para opinar, errar e colaborar – mesmo em tempos difíceis – virou pauta urgente para quem trabalha com gente
No 3º trimestre de 2025 foram 135 mil novos casos de afastamentos por transtornos mentais. Mesmo com oscilações entre os meses, a média mensal segue acima da registrada em 2024, indicando crescimento pelo quinto ano consecutivo.
Estudioso da pauta de felicidade corporativa há mais de uma década, pesquisador e professor da Fundação Dom Cabral acaba de lançar livro sobre o tema; para o consultor, felicidade é tarefa da liderança (e vai muito além de programas individuais de bem-estar)
Referência nos estudos da felicidade, professor de Harvard e autor de best-sellers resume ações indispensáveis para empresas que queiram estruturar iniciativas bem-sucedidas de saúde mental – e dá conselhos para colaboradores que buscam satisfação no trabalho
Entre o tédio e o esgotamento, há um tipo de desgaste que cresce em silêncio — e que o RH precisa aprender a reconhecer
Formado em Ciências Sociais, executivo lidera mais de 600 pessoas na indústria farmacêutica; na sua visão, saúde mental é o maior desafio do RH hoje em dia
Entre janeiro e junho, mais de 267 mil brasileiros precisaram se afastar do trabalho por transtornos mentais. O tema ganha ainda mais urgência após o Setembro Amarelo e exige que os líderes de RH olhem para os dados com atenção ao longo de todo o ano.
Da prevenção ao acompanhamento contínuo, farmacêutica combina atendimento multidisciplinar, dados e liderança humanizada para prevenir o adoecimento emocional
Pioneiro nos estudos que relacionam bem-estar de colaboradores ao desempenho financeiro de empresas, professor de Oxford acredita que a felicidade corporativa deve casar busca pelo bem-estar individual com políticas bem estruturadas
Os números de afastamentos crescem pelo 5º ano seguido, custam mais de R$ 3,5 bilhões ao INSS e escancaram crise estrutural no país.
Saber como criar times que se sentem seguros para opinar, errar e colaborar – mesmo em tempos difíceis – virou pauta urgente para quem trabalha com gente
No 3º trimestre de 2025 foram 135 mil novos casos de afastamentos por transtornos mentais. Mesmo com oscilações entre os meses, a média mensal segue acima da registrada em 2024, indicando crescimento pelo quinto ano consecutivo.
Estudioso da pauta de felicidade corporativa há mais de uma década, pesquisador e professor da Fundação Dom Cabral acaba de lançar livro sobre o tema; para o consultor, felicidade é tarefa da liderança (e vai muito além de programas individuais de bem-estar)
Referência nos estudos da felicidade, professor de Harvard e autor de best-sellers resume ações indispensáveis para empresas que queiram estruturar iniciativas bem-sucedidas de saúde mental – e dá conselhos para colaboradores que buscam satisfação no trabalho
Entre o tédio e o esgotamento, há um tipo de desgaste que cresce em silêncio — e que o RH precisa aprender a reconhecer
Formado em Ciências Sociais, executivo lidera mais de 600 pessoas na indústria farmacêutica; na sua visão, saúde mental é o maior desafio do RH hoje em dia
Entre janeiro e junho, mais de 267 mil brasileiros precisaram se afastar do trabalho por transtornos mentais. O tema ganha ainda mais urgência após o Setembro Amarelo e exige que os líderes de RH olhem para os dados com atenção ao longo de todo o ano.
Da prevenção ao acompanhamento contínuo, farmacêutica combina atendimento multidisciplinar, dados e liderança humanizada para prevenir o adoecimento emocional